O caso arrastava-se nos tribunais desde 2012, depois de Bruno Paixão ter ficado de fora da lista de internacionais submetida pela FPF à FIFA. Foi então que decidiu avançar “com uma ação em tribunal exigindo indemnização pelos prejuízos alegadamente provocados”. Um litígio que chegou agora ao fim.
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A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) informa, esta segunda-feira que chegou a acordo com Bruno Paixão. Mas para perceber o que se passou é preciso recuar 14 anos, até 2012, quando o ex-árbitro “viu o seu nome excluído da lista de internacionais submetida pela FPF à FIFA, na sequência da qual avançou com uma ação em tribunal exigindo indemnização pelos prejuízos alegadamente provocados por essa decisão”.
Depois de anos nos tribunais, FPF e Bruno Paixão concordaram “encerrar definitivamente um processo longo, evitando a continuação de um litígio com impacto prejudicial para ambas as partes”.
Não são, no comunicado revelados os detalhes desse acordo mas Bruno Paixão agradece à Direção da FPF “a disponibilidade para resolver em definitivo o processo que se arrastava em tribunal desde 2012, com inegáveis impactos pessoais, nomeadamente financeiros e reputacionais”.
“O acordo agora alcançado vem colocar, finalmente, um ponto final num diferendo que podia e devia ter sido há muito encerrado, pelo que não posso deixar de frisar e reforçar o empenho da atual Direção da FPF para encontrarmos, em conjunto, um desfecho que defende os interesses das duas partes”, afirmou Bruno Paixão.
