A crise de energia está a obrigar a medidas económicas excecionais em muitas partes do mundo. A maioria dos países tem reservas para vários meses, mas as notícias sobre as possíveis consequências da guerra no Médio Oriente levaram ao chamado consumo de pânico.
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Na Índia, espera-se durante horas, dias e noites inteiras para abastecer. O governo garante que a falta de combustíveis não vai acontecer, mas a população sabe que 90% do crude e do gás chegam à Índia através do fechado Estreito de Ormuz. A questão não é só se o produto chega, é também a que preço.
No Cambodja, a corrida às estações de serviço deve-se ao pânico de falta de saldo.
As soluções já foram propostas há anos em várias partes do mundo, mas agora a Coreia do Sul vê-se obrigada a sugerir medidas temporárias, para depois, eventualmente, as impor: encurtar os duches; carregar telemóveis e carros elétricos apenas durante o dia; usar máquinas de roupa e aspiradores apenas ao fim de semana.
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No Sri Lanka, já foi decidido implementar o teletrabalho sempre que possível. Na Nova Zelândia, foi atribuído, pelo período de um ano, um subsídio para famílias desfavorecidas.
No Paquistão, os mercados estão abertos menos horas e há jogos à porta fechada, tudo para poupar energia.
