Cultura

A história do lendário Azteca: Portugal prepara-se para pisar o templo que consagrou Pelé e Maradona


Mundial de Futebol 2026

Portugal defronta o México num dos estádios mais emblemáticos do futebol mundial. Para muitos, o Azteca é o templo mais sagrado da história, onde foi consagrado um ‘Rei brasileiro’ e um ‘Deus argentino’.

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Nasceu a 29 de maio de 1966 e foi batizado de Coloso de Santa Ursula, nome do Bairro que o viu crescer. O Azteca nasceu gigante, chegando a acolher 115 mil amantes de futebol num só jogo.

Apenas quatro anos após a inauguração, o estádio recebeu a primeira final de um Mundial, em 1970, onde Pelé foi consagrado ‘Rei brasileiro’. O camisola 10 foi o protagonista desse campeonato do Mundo, marcando um golo na final contra a Itália, que ajudou o Brasil a conquistar o tricampeonato mundial.

Nascido para colocar futebolistas no Olimpo, o Azteca acolheu novamente um Mundial em 1986. Foi lá que se jogou o Inglaterra-Argentina, um jogo que ficou marcado pelo mítico golo do ‘Deus Argentino’. Diego Armando Maradona, de peito feito, deitou meia Inglaterra abaixo para fazer o que a FIFA considerou, anos mais tarde, o golo do século.

Tudo isto aconteceu no colo do Azteca. Em 1997, o nome do estádio foi mudado para Estadio Guillermo Cañedo, depois de ter sido comprado por uma estação de televisão. O povo argentino revoltou-se e voltou a rebatiza-lo de Azteca, numa referência à civilização pré-colombiana.

É o maior estádio do país e é a casa da seleção mexicana de futebol e de equipas como o Club América. Depois de uma remodelação que durou dois anos, irá reabrir agora as portas, com capacidade para vender 87.523 bilhetes.

Consagrou Pelé em 1970, endeusou Maradona em 1986 e está prestes a tornar-se o primeiro estádio do mundo a receber três Mundiais de futebol. O que estará guardado para os amantes da bola para este verão?



SIC Noticias

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