Os bombeiros têm sido bastante afetados pela subida do preço dos combustíveis. Dizem que as despesas dispararam e que os apoios anunciados pelo Governo não chegam.
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A cada instante a necessidade pode ditar a saída de uma ou mais viaturas. Das ambulâncias aos veículos de comando tático ou mesmo os que são maioritariamente usados no combate a incêndios, todos precisam de combustível. O Governo anunciou um apoio de 360 euros para os pesados e 120 para os restantes, pagos de uma vez.
Ricardo Domingos, comandante dos bombeiros voluntários de Coimbra, diz que a ajuda “não é suficiente”.
“Estes apoios do Estado são um mero penso rápido que não ajudam em muito as associações humanitárias que têm de fazer um esforço financeiro para suprir as despesas. Sentimos que estamos a financiar o socorro em Portugal.”
A subida dos preços fez crescer a despesa com os combustíveis nesta corporação em cerca de mil euros mensais. Mais gastos sem aumento de receita e pagamentos tantas vezes prolongados no tempo são sinónimo de dificuldades.
Um exemplo mas que é extensível a tantas outras corporações do país. Problemas que serão agravados se a situação de guerra no Médio Oriente se mantiver.
