Até agora, há 60 utentes com teste positivo e sete casos de cancro já confirmados. É o caso de Carlos Santos, que fez o rastreio no final do ano passado. Sem qualquer suspeita, recebeu o diagnóstico.
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O hospital de Gaia é o primeiro a implementar um projeto-piloto de rastreio ao cancro do pulmão, o tumor que mais mata em Portugal e no mundo. O rastreio permite diagnosticar a doença mais cedo e reduzir a mortalidade em mais de 20%.
Desde que o rastreio arrancou no verão do ano passado, já foram feitas TACs de baixa dosagem a mais de 350 utentes.
Os utentes elegíveis têm entre 55 e os 74 anos, são fumadores ou ex-fumadores até há uma década, com elevada carga tabágica. O hospital de Gaia, em articulação com os centros de saúde, identificou cerca de sete mil utentes para o rastreio.
Até agora, há 60 utentes com teste positivo e sete casos de cancro já confirmados. É o caso de Carlos Santos, que fez o rastreio no final do ano passado. Sem qualquer suspeita, recebeu o diagnóstico. Tem 62 anos, 50 como fumador.
Os testes positivos são encaminhados para consulta e depois para tratamento.
Mas o rastreio é também uma oportunidade única para incentivar os fumadores a deixar o tabaco. Há uma consulta de cessação tabágica dedicada a estes utentes.
Este projeto deve arrancar este ano também em Cascais e no Porto.
