Já começaram as obras de estabilização do paredão da praia de Moledo, em Caminha, depois da estrutura ter colapsado durante o período das tempestades.

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O muro acabou por colapsar com a força da água, deixando um rasto de destruição.
“O mar acabou por levar grande parte da areia da praia e [o paredão] ficou com as bases completamente expostas, acabando por desabar”, explicou à SIC a presidente da Câmara de Caminha, Liliana Silva.
A obra de estabilização das fundações, com caráter de urgência, já arrancou. Vai durar um mês e ficará pronta a tempo da época balnear. Até lá, a zona vai continuar interditada.
Esta é apenas a primeira intervenção de uma maior e mais profunda que só deve começar no fim do verão.
“Vamos fazer um diagnóstico desde a zona onde o muro colapsou até mais a sul, ver exatamente qual é o estado do muro e depois fazer uma intervenção mais definitiva”, informou José Pimenta Machado, presidente da Agência Portuguesa do Ambiente.
Entretanto, vai ser lançado um concurso para a obra, que deverá custar entre 3 a 4 milhões de euros.
