O músico norte-americano deu início à nova digressão com um discurso repleto de críticas ao Presidente dos Estados Unidos que, no entretanto, já respondeu apelando a um boicote aos concertos e dizendo que Springsteen parece uma “ameixa seca”.
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No primeiro minuto e meio do concerto, Bruce Springsteen acusou a administração Trump de ser corrupta, racista e irresponsável e o Presidente um “corrupto, incompetente, racista, irresponsável e traidor”.
Springsteen rezou pelos militares americanos, ao serviço no Médio Oriente, e prometeu que o concerto seria a celebração e defesa dos ideais americanos. Springsteen defendeu ainda que o conflito “é inconstitucional e ilegal”.
Em seguida, interpretou no meio da multidão a sua canção “Streets of Minneapolis”, escrita em homenagem a Renee Good e Alex Pretti, mortos a tiro por agentes federais durante operações da polícia de imigração.
A digressão “Land of Hope & Dreams American Tou” levará o músico a cerca de 20 cidades americanas até 27 de maio.
O contra-ataque de Trump
“Os partidários de trump devem boicotar os seus concertos extraordinariamente caros, que são uma porcaria”
Em reação, Donald Trump pediu o boicote do eleitorado MAGA aos concertos de Springsteen e, nas redes sociais, chamou o cantor de “medíocre e enfadonho”, criticando também a aparência física de Springsteen.
“Bruce Springsteen, esse cantor medíocre e enfadonho, que parece uma ameixa seca e que visivelmente sofreu as consequências de um cirurgião plástico incompetente, sofre há muito tempo de uma síndrome de aversão a Trump horrível e incurável”, escreveu o presidente norte-americano numa mensagem publicada na sua plataforma Truth Social.
