O Governo anunciou uma linha de apoio de 600 milhões de euros para empresas afetadas pela crise energética. O setor dos transportes receia o endividamento e pede apoio diretos.
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Os 600 milhões de euros anunciados pelo primeiro-ministro para empresas com custos energéticos superiores a 20%, para a confederação de micro, pequenas e médias empresas, não são apoio, mas mais endividamento.
Para as empresas de transportes, a escalada de preços dos combustíveis só pode ser atenuada com o controlo de preços e ajudas diretas.
Suspensa a paralisação prevista para os três dias de Páscoa, as empresas de pronto-socorro avisam que o protesto não está posto de lado, se não houver entendimento na reunião da próxima semana com o Governo.
As empresas que prestam assistência a cerca de 3.000 veículos têm custos energéticos que representam mais de 30 % das despesas.
