O primeiro-ministro diz que a estabilidade de Portugal é um trunfo no contexto Internacional. No encerramento das jornadas distritais do PSD e do CDS, Luís Montenegro insistiu também que o país está agora muito melhor do que no tempo da governação socialista.

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Apesar de a agenda internacional não dar motivos para sorrir, Luís Montenegro diz que o país não vive nenhum drama.
“Num mundo em permanente instabilidade, Portugal é considerado em estabilidade permanente. Temos um país estável e temos um país credível. A pergunta que eu deixo a todos e deixo aos portugueses é esta: no mundo em que vivemos, o que é isto, se não uma grande oportunidade?”
Com eleições na Hungria e radicalismos em várias geografias, o primeiro-ministro quer a moderação na lapela da AD e volta a dizer que não escolhe entre o Chega e o PS.
“Nós não governamos nem a olhar para a direita, nem para a esquerda. Nós governamos a olhar para cada pessoa.”
Satisfeito com a própria governação, na Maia quis ainda traçar uma linha que, defende, o separa de António Costa.
“Serviços mínimos e impostos máximos – era a conclusão da situação que o país vivia em 2024. Nós hoje temos impostos, eu não vou dizer mínimos, mas em mínimos face àquilo que era, e serviços máximos face àquilo que tínhamos em 2024.”
Montenegro assinala os dois anos de governação a falar de várias reformas. A avaliação é sempre feita nas próximas eleições.
