Em Souto da Carpalhosa, por exemplo, Filomena e a família vivem numa casa improvisada depois de terem perdido a habitação, interrompendo os planos de regresso ao país após 35 anos na Suíça.
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Depois das tempestades, ficaram os estragos que afetam a vida de muitas famílias e negócios que continuam de portas fechadas. Quase um mês depois, em Leiria, há ainda quem não tenha voltado a casa.
Depois de a depressão Kristin ter destruído a casa onde vivia, Filomena e a família estiveram mais de 15 dias num pavilhão e, há quatro, foram transferidos para esta uma improvisada, em Souto da Carpalhosa, onde a rotina do dia a dia segue como pode.
Filomena tinha regressado há poucos meses ao país, depois de 35 anos a trabalhar na Suíça.
Os planos foram interrompidos e a prioridade agora é conseguir arranjar material para reparar o que se estragou e quem faça esse trabalho.
Já em Coimbra, fazem-se compras no mercado Municipal, que esteve de portas fechadas uma semana.
Alguns comerciantes contam que os estragos das cheias já se refletem nos preços dos produtos.
