O aumento do preço dos combustíveis e da energia fez disparar os custos de produção e os empresário avisam que a margem de lucro está a diminuir, para tentar atenuar o aumento de preços ao consumidor.

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A subir há mais de um mês, o preço dos combustíveis está a pressionar as empresas devido ao custo do transporte.
Na Feira de Exportação dos Sabores, em Lisboa, os empresários do sector alimentar dizem que a atividade está cada vez mais difícil e mostram-se preocupados.
José Frazão, CEO da Exposalão, explicou que há uma preocupação muito grande no possível aumento dos combustíveis.
“Muitos já se queixam que vão te prejuízos em algumas vendas, mas eles também querem apostar no mercado. Por um lado querem vender, por outro têm os produtos mais caros”, referiu.
Alimentos como o bacalhau e o azeite já não são para o bolso de todos. Na hora de comprar ou vender é preciso fazer escolhas.
Joselito Lucas, diretor comercial da Lugrade, apontou que o aumento do preço do bacalhau faz com que o consumo se retraia um pouco.
“No entanto, fazemos soluções com outros cortes, ou seja, menos peso por embalagem, de forma a que no ato de compra o valor não seja tão elevado”, esclareceu.
O preço do cabaz alimentar, seguido pela DECOPROteste está no valor mais alto de sempre.
O custo de vida está cada vez mais caro, com as famílias e as empresas a adaptarem-se, mas há quem olhe para a exportação como uma oportunidade, mesmo num cenário de instabilidade.
A SAGALEXPO reuniu quase 400 empresas e recebeu mais de 1000 visitantes internacionais, preocupados com a crise e à procura de novas oportunidades além fronteiras.
