Quase 130 anos depois, a história do crime da Rua das Flores foi recuperada pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. Um médico portuense e uma série de homicídios estiveram no centro do caso.
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Em finais de 2019, a Reportagem Especial da SIC sobre o Crime da Rua das Flores abria com um presságio.
- Veja aqui ‘Crime da Rua das Flores’
O desafio veio do Gabinete de comunicação e imagem da Faculdade de Medicina: uma série, em cinco episódios, sobre o caso que faz parte da História da Universidade do porto, da medicina legal, das ciências forenses e da toxicologia.
Médico no centro da ação
Vicente Urbino de Freitas, assim se chamava o médico portuense. Em janeiro de 1890, morre um cunhado, Sampaio Júnior, depois de uma consulta.
E, em abril, o sobrinho, Mário – alegadamente envenenado -, depois ter comido umas amêndoas e bolos de chocolate que chegaram pelo correio.
Vicente Urbino de Freitas acabou condenado em 1893 apenas pelo homicídio do sobrinho e muito graças aos depoimentos das testemunhas.
Na altura, a autópsia ao corpo do cunhado nada revelou os exames aos tecidos do sobrinho deixam, à luz dos conhecimentos atuais, muitas dúvidas.
Quase 130 anos depois, Ricardo Dinis localizou o corpo do cunhado de Vicente Urbino de Freitas.
Encontrou e analisou, mas nada foi encontrado. No entanto, as análises toxicológicas continuam e o Professor também ainda não desistiu de encontrar o corpo de Mário, o desafortunado sobrinho do médico.
A história permanece inacabada. Aguardam-se mais episódios da série produzida pela Faculdade de Medicina.
