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Pela terceira vez consecutiva, a celebração religiosa é ofuscada pela guerra, com cerca de dois milhões de pessoas a sobreviver em condições precárias, dependendo de assistência humanitária. Apesar do cessar-fogo, os ataques israelitas continuam na Faixa de Gaza.
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O Ramadão começou no início desta semana, mas fazer jejum já não é uma novidade para os palestinianos. Apesar do cessar-fogo, as condições de vida em Gaza continuam a deteriorar-se.
A festa do Ramadão está a ser, pela terceira vez consecutiva, abafada pela guerra e tudo o que ela tem vindo a destruir.
Há cerca de dois milhões de palestinianos a sobreviver em Gaza, que é agora um conjunto de cidades de tendas com cada vez menos condições dignas de vida
Uma mãe palestiniana explica que dividiu um pacote de queijo e meia dúzia de feijões com o filho para que ambos pudessem comer. No fim, agradecem a Deus.
Para muitos palestinianos jejuar durante o dia, como pede o Ramadão, não é agora uma novidade.
Assistência humanitária é essencial
Arranjar comida tonou-se um desafio diário o que obriga a que muitas famílias vivam somente de assistência humanitária.
Num campo para deslocados na região central de Gaza, a refeição da quebra do Ramadão foi oferecida por uma comissão de caridade egípcia.
Apesar do cessar-fogo, os ataques israelitas continuam ao longo da Faixa de Gaza. O Ministério da Saúde local diz que já morreram mais de 72 mil palestinianos.
As orações do Ramadão fazem-se nas mesquitas semidestruídas e os palestinianos pedem pelo fim do genocídio causado por Israel.
