Sindicatos e Ministério da Educação sentaram-se à mesa das negociações, com foco nas regras de acesso à profissão e mecanismos de recrutamento e admissão.

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O primeiro sindicato a ser recebido foi a Federação Nacional de Educação (FNE), que defendeu que a proposta de um concurso contínuo de professores é “extremamente positiva e inovadora”, mas é preciso alterar regras, senão poderá gerar desconfiança e aumentar a falta de docentes
A FNE aplaude a ideia do Ministério da Educação de criar um concurso externo contínuo para ir dando resposta às necessidades imediatas das escolas, mas o modelo tal como foi apresentado aos sindicados representa “riscos reais de afastar candidatos do sistema”.
Esta federação gostou ainda de ouvir que se mantém os apoios aos professores deslocados e os 63 Quadros de Zona Pedagógica (QZE).
Quanto ao ministério, quer ter o processo fechado até final de junho.
Depois da FNE, entrou para a reunião o SIPE, seguindo-se a Federação Nacional dos Professores (Fenprof), que esta segunda-feira organizou um protesto à porta do ministério, onde decorrem as negociações.
