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CORRESPONDENTE SIC
No centenário do nascimento de Isabel II, o Reino Unido assinalou a data com várias homenagens à antiga monarca, incluindo uma grande exposição no Palácio de Buckingham com mais de 300 peças do seu guarda-roupa. O filho, Rei Carlos III, recordou o reinado da mãe como um período de mudança histórica.
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Nasceu a 21 de abril de 1926. Filha dos então duques de Iorque, o príncipe Alberto e a mulher, Elizabeth Bowes-Lyon, mais tarde rei George VI e rainha Isabel.
Em 1952, após a morte do pai, a princesa tornou-se rainha e passou a chamar-se Isabel II ao subir ao trono. Lugar que viria a ocupar durante 70 anos. Uma dedicação ao país e à coroa que, diz o filho, terá tocado muitos de maneira especial.
Foram 70 anos no trono britânico que também ficaram marcados por momentos negros. Do incêndio no castelo de Windsor ao divórcio do príncipe Carlos, passando pela morte da princesa Diana, pela ida de Harry e Meghan para os EUA e pelo escândalo sexual do então príncipe André, cuja mancha dura até hoje.
Mas o dia foi de celebração. E para assinalar o centésimo aniversário do nascimento de Isabel II, abriu no Palácio de Buckingham uma exposição com os vestidos que a rainha usou. São mais de 300 peças, incluindo o vestido de noiva, que fazem parte da maior exposição de sempre do seu guarda-roupa.
Homenagens que não se ficam por aqui. Em fase final estão já os projetos para um memorial nacional em honra de Isabel II.
