Pedro Passos Coelho avisa que em tempos difíceis os governantes têm de dizer a verdade às pessoas e sublinha que sempre o fez quando foi primeiro-ministro.
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O antigo governante garante que não está a fazer intervenção política mas esta quarta-feira foi dar uma aula a estudantes do Secundário sobre política, economia e os tempos em que governou o país.
Numa sala de aula da Escola Secundária Amélia Rey Colaço, em Linda-a-Velha, Passos foi convidado pela Associação de Estudantes para falar sobre Democracia. Quase exclusivamente sobre os anos da Troika e as lições que ficam para quem quiser ouvir.
Centrou-se nos anos de 2012 e 2013 para dizer também que, em tempos difíceis, há que ser flexível nas projeções económicas.
O antigo primeiro-ministro que não só não se arrepende do que fez como voltaria a fazer igual se fosse confrontado com a mesma situação. E, por isso, nem hesita quando lhe perguntam se acha que é o político mais injustiçado de Portugal
Do que aprendeu na política, resume-o na história do homem que contrariou Deus. Mas fim da aula, sem um única selfie que fique para contar a história, insiste em negar uma intervenção política.
