Agronegócio

2026: A Indústria da Carne entre a incerteza e a reinvenção – Graça Marinano


Publicado na revista “Alimentação Animal”, da IACA

2026: A Indústria da Carbe entre a incerteza e a reinvenção

Entrámos em 2026 com uma sensação persistente de desequilíbrio. A economia europeia tenta recuperar de sucessivas crises – sanitárias, energéticas e geopolíticas – enquanto o setor agroalimentar enfrenta um nove golpe: o reaparecimento da peste suína africana (PSA) em Espanha, um episódio que relança todas as dúvidas sobre o que nos espera este ano. Portugal, por razões óbvias de proximidade geográfica e integração de mercado, não poderá escapar às repercussões. A indústria da carne – em especial a suína – encontra-se novamente no fio da navalha, obrigada a representar estruturas, mercados e até a sua própria identidade.

Um mercado em mutação acelerada

Já antes da PSA, a indústria europeia de carnes vivia uma transformação estrutural profunda. Entre as novas exigências. ambientais impostas pela União Europeia, as metas de redução de emissões e a pressão social por alimentos mais sustentáveis e com menor impacto climático, as empresas tinham de se adaptar ou ficar para trás.

A instabilidade dos custos de produção – energia, alimentação animal e logística, entre outros – somada à voltatilidade dos mercados externos, criou um terreno fértil para incertezas. O consumidor, por sua vez, fragmentou-se: entre quem “exige” sustentabilidade a todo o custo, e quem procura apenas o preço mais baixo.

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