Portugal

Governo quer investimento estrutural nas escolas afetadas pelo mau tempo

O ministro da Educação, Fernando Alexandre, garantiu esta segunda-feira, que o Governo está comprometido em fazer um investimento “estrutural” nas escolas e nos respectivos equipamentos afetados pelo ‘comboio’ de tempestades que assolou o país.

“O compromisso do Governo é fazer um investimento para recuperarmos estes equipamentos escolares e temos de o fazer de uma forma estrutural”, afirmou o governante durante uma visita às escolas afetadas em Vieira de Leira. E acrescentou: “Pode haver situações em que, se calhar, o investimento que estava previsto pode ser equacionado. É algo que agora tem de ser feito”.

“Não queremos apenas voltar a colocar as coberturas […] queremos pensar num plano de investimento. Uma parte já estava prevista, mas à luz da destruição que tivemos […] esse plano de investimento está agora a ser revisto”, continuou Fernando Alexandre.

Na escola em que o ministro se encontrava “as obras já estavam previstas”, apesar de para uma altura mais tardia. Contudo, tendo em conta a situação, vão ser antecipadas para dar resposta aos estragos causados pelo mau tempo – e quem diz nesta escola diz em várias outras na mesma situação.

Para isso, o ministro comprometeu-se a manter um contacto “muito próximo com as autarquias” para “garantir que as obras começam muito rapidamente”.

Nas escolas afetadas, os agrupamentos e as autarquias foram obrigados a colocar mono blocos, onde os alunos estão, atualmente, a ter aulas enquanto as suas salas não são reparadas.

“Houve coberturas que foram completamente arrancadas nessa noite de 27 para 28, e isso não se recupera de um dia para o outro. Por isso, aquilo que o agrupamento de escolas em colaboração com a autarquia fez foi encontrar soluções que são temporárias, para garantir que os alunos retomam as aulas – e já retomaram todos as aulas e isso era a prioridade”, afirmou Fernando Alexandre.

O ministro fez questão também de deixar uma “palavra de reconhecimento às direções dos agrupamentos”, a “todos os professores” e à “comunidade não docente”, que desempenhou um papel importante para que se pudesse começar a regressar à normalidade nas zonas mais afetadas pelo mau tempo.

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