João Nicolau, presidente da Câmara Municipal de Alenquer, disse à agência Lusa que o levantamento dos estragos efetuado pela autarquia e reportado à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo aponta para um prejuízo de 14 milhões de euros.
O autarca explicou que os estragos ocorreram sobretudo em estradas, muros de suporte, coberturas de edifícios municipais e condutas de água e saneamento.
O montante engloba ainda a escola do primeiro ciclo de Aldeia Gavinha, onde um deslizamento de terra provocou danos estruturais e obrigou ao seu encerramento por precaução, tendo os 40 alunos sido transferidos para a escola de Vila Verde dos Francos.
O levantamento inclui também duas igrejas, uma das quais a basílica de Meta, cujo telhado ficou danificado.
Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.
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