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Quase um mês depois das tempestades, empresas de Leiria temem não conseguir reabrir


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Depois da tempestade passar, é tempo de olhar para os prejuízos e pensar no futuro. Ainda há muitas empresas a contabilizar os prejuízos, em Leiria.

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Quase um mês depois da tempestade, ainda há muitas empresas a contabilizar os prejuízos. Muitas receiam não ter condições de voltar a abrir.

Depois da tempestade passar, é tempo de olhar para os prejuízos e pensar no futuro.

Aberta há 17 anos, esta empresa de produção de legumes e de flores, em Leiria, enfrenta a fase mais difícil de sempre. Grande parte do negócio foi destruído pela tempestade. Os proprietários estimam um prejuízo de meio milhão de euros.

“Temos tudo no chão, não temos nada por onde trabalhar. Tínhamos os nossos clientes, que íamos fornecendo e que agora têm de procurar outros fornecedores. Quando começarmos a produzir vamos ver se vamos conseguir ter os nossos clientes de volta“, afirma

Com perdas avultadas e sem dinheiro a entrar, o empresário admite que pagar salários vai começar a ser difícil nos próximos meses.

A mais de 20 quilómetros, noutra freguesia de Leiria, há estragos significativos numa empresa de plásticos.

O valor dos prejuízos ainda não está fechado. Aos poucos, a empresa tenta reerguer-se.

Na freguesia de Caranguejeira, esta carpintaria está encerrada há quase um mês. Com a empresa fechada por falta de condições e com os 10 trabalhadores em casa, as encomendas pararam.

Para muitos dos proprietários das empresas afetadas, o futuro é agora incerto. Dizem que os apoios não são suficientes.



SIC Noticias

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