Cultura

Municípios suportaram despesas de militares que prestaram auxílio durante tempestades


País

Apesar de os municípios serem ressarcidos pelo Estado Central em casos de calamidade, ainda não há prazos definidos para devolução das verbas.

ESTELA SILVA

As Câmaras Municipais dos concelhos em situação de calamidade suportaram todas as despesas dos militares das Forças Armadas que deram apoio no terreno durante as últimas semanas.

Em casos de calamidade, os municípios são ressarcidos pelo Estado Central, contudo não há ainda prazos definidos para a devolução das verbas adiantadas.

A situação de calamidade, inicialmente para 68 concelhos de Portugal continental, aos quais se juntaram depois outros 22, primeiro decretada em 29 de janeiro e depois prolongada, terminou em 15 de fevereiro, assim como a isenção das portagens nos territórios afetados.

Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.



SIC Noticias

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