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Ministra defende que triagem telefónica “dá segurança” às grávidas e aos bebés

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A partir desta quinta-feira, passou a ser obrigatório contactar a Linha SNS 24 antes de aceder a urgências de obstetrícia e ginecologia. A ministra da Saúde diz que a prioridade é dar segurança a grávidas e bebés.

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A ministra da Saúde diz que a triagem telefónica obrigatória para aceder a urgências de obstetrícia e ginecologia permite calibrar o número de profissionais na urgência e melhorar a qualidade dos serviços.

Ana Paula Martins reforça que a prioridade é dar segurança a grávidas e bebés.

“A finalidade mais importante é dar segurança às grávidas e aos bebés. Ou seja, segurança clínica, previsibilidade naquilo que é a resposta que precisam quando verdadeiramente têm uma situação urgente. E, secundariamente, mas não menos importante, conseguirmos calibrar o número de profissionais que constituem as equipas de urgência”, afirmou esta quinta-feira a ministra.

A partir desta quinta-feira, passou a ser obrigatório contactar a Linha SNS 24 – 808 24 24 24 – antes de aceder a urgências de obstetrícia e ginecologia. Esta medida já tinha sido implementada nos hospitais da região de Lisboa e Vale do Tejo, Leiria e Caldas da Rainha, mas agora é alargada a todo o país.

Uma obrigação que não se aplica a situações de risco de vida, nem aos casos em que as utentes são encaminhadas por outros profissionais de saúde ou por serviços de emergência médica.

A ministra da Saúde defende ainda a necessidade de avançar com o modelo de urgências regionais para garantir maior previsibilidade no atendimento.

Ana Paula Martins admite que houve um aumento do número de partos em ambulâncias, mas diz que não há uma relação direta com encerramento das urgências de obstetrícia.

“Não temos uma correlação direta entre esse aumento dos partos nas ambulâncias e a rotatividade dos serviços, mas não podemos descartar a possibilidade de alguns desses partos nas ambulâncias terem naturalmente acontecido por causa desta imprevisibilidade”, admitiu.



SIC Noticias

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