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Ficheiros Epstein: Trump responde a Hillary Clinton e garante “não ter nada a esconder”


EUA

Donald Trump, que conheceu Jeffrey Epstein no final dos anos 80 e manteve com o multimilionário uma relação próxima durante quase duas décadas, diz que os ficheiros divulgados o ilibam de qualquer ligação aos crimes.

Jeffrey Epstein e Donald Trump na propriedade de Mar-a-Lago, em Palm Beach, na Florida, Estados Unidos, em 1997.

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Donald Trump garante não ter nada a esconder sobre o processo Epstein. É a resposta do Presidente dos Estados Unidos a Hillary Clinton, que acusou a administração norte-americana de encobrimento.

Numa entrevista à BBC, Hillary Clinton acusa a administração Trump de ter alguma coisa a esconder, pelo facto de muitos dos ‘Ficheiros Epstein’ tornados públicos terem sido rasurados ao ponto de serem indecifráveis.

Mas Trump garante que não.

“Não tenho nada a esconder. Não tenho nada a ver com Jeffrey Epstein”, garante.

Donald Trump, que conheceu Jeffrey Epstein no final dos anos 80 e manteve com o multimilionário uma relação próxima durante quase duas décadas, diz que os ficheiros divulgados o ilibam de qualquer ligação aos crimes.

Em novembro de 2025, o Congresso dos Estados Unidos aprovou a divulgação integral dos ficheiros relacionados com a investigação à rede de tráfico e abuso sexual de menores e de mulheres encabeçada por Jeffrey Epstein.

No entanto, entre os últimos documentos tornados públicos pelo Departamento de Estado norte-americano, no final de janeiro, pelo menos 3.000 páginas continham informação que permitia a identificação de vítimas.

Falamos de dados de contas bancárias, números de telefone e moradas. Em sentido contrário, foi protegida a identidade de eventuais testemunhas, cúmplices e abusadores.

O Wall Street Journal encontrou nos ficheiros o nome completo de pelo menos 43 vítimas, mais de um terço eram menores quando foram abusadas sexualmente.

Depois de inúmeras queixas, o Departamento de Justiça norte-americano retirou quase 10 mil documentos e identificou mais 7 mil que precisam de ser revistos pelas autoridades antes de voltarem a ter acesso público.



SIC Noticias

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