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José Luís Carneiro utilizou a mesma expressão usada pelo primeiro-ministro para caracterizar o que se está a passar na AD. O secretário-geral do PS garante que o estilo de oposição do PS é para manter, defendendo que “sempre que se formula uma crítica, apresenta-se propostas alternativas”.
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O secretário-geral do Partido Socialista (PS), José Luís Carneiro, utilizou a mesma expressão usada pelo primeiro-ministro para caracterizar o que se está a passar na AD, que ultimamente tem recebido críticas por parte de Pedro Passos Coelho. Luís Montenegro garantiu que está focado no país e não em “enredos pitorescos”.
“É um pouco pitoresco aquilo que se está a passar no quadro da própria AD, com o ex-primeiro-ministro a dizer que a AD não tem vontade para fazer aquilo que o país precisa na saúde, nas questões laborais, questões relacionadas com a competitividade e economia”, afirma José Luís Carneiro.
José Luís Carneiro garante que o estilo de oposição do PS é para manter, defendendo que “sempre que se formula uma crítica, apresenta-se propostas alternativas”.
Em campanha para as eleições diretas do partido, assina uma moção estratégica onde defende o referendo à regionalização.
“Tudo isto tem um tempo de amadurecimento e um tempo político. No governo o primeiro-ministro é desfavorável, mas há ministros que são favoráveis . O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, sempre foi um regionalista”, afirmou José Luís Carneiro.
José Luís Carneiro espera uma conjugação de vontades algures no futuro.
