Cultura

Operação "Fúria Épica": como as informações da CIA mudaram o plano dos Estados Unidos e Israel no ataque ao Irão


Tensão EUA-Irão

A morte do Líder Supremo do Irão, logo nos primeiros ataques, foi possível graças à vigilância montada pela CIA, que monitorizou os hábitos do aiatola Ali Khamenei e conseguiu descobrir onde estaria no sábado de manhã.

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Planeada para acontecer durante a noite, a coberto da escuridão, a operação “Fúria Épica” foi reconfigurada, avança o The New York Times, quando a CIA descobriu que, no sábado de manhã, iria ter lugar uma reunião de alto nível em Teerão, em que o próprio Aiatola iria estar presente.

A agência norte-americana de informações externas seguia o rasto do líder Supremo do Irão há meses e, apesar das fortes medidas de segurança que o rodeavam, conseguiu obter detalhes sobre a reunião.

Em termos logísticos, alterar o plano inicial poderia parecer impraticável, mas depois da partilha da informação com os israelitas, Washington e Telavive decidiram ajustar o calendário do ataque.

A ofensiva acabou remarcada para as 09:40 horas, hora de Teerão. De forma a manter o elemento surpresa, o primeiro alvo dos caças israelitas foi o complexo onde estava Ali Khamenei. Terão sido lançadas 30 bombas.

Ali Khamenei ainda não estaria no local onde decorria a reunião do Conselho de Defesa, mas nenhum dos edifícios do complexo, foi poupado e o alvo foi abatido. Também a filha, o neto e o genro do Aiatola morreram nas explosões.

Quanto aos líderes e comandantes iranianos eliminados no arranque da operação militar, Israel assegura que foram 40, e em apenas um minuto.



SIC Noticias

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