Seguro tem uma lista de desafios que passam por um pacto na Saúde, a um Conselho de Estado sobre Segurança e Defesa, e à promessa de escolher os momentos em que quer falar.
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António José Seguro toma posse esta segunda-feira e inicia o mandato com a promessa de voltar às zonas atingidas pelas tempestades. O Presidente eleito garantiu que será exigente com o Governo nos apoios anunciados. Mas não só.
Seguro tem uma lista de desafios que passam por um pacto na Saúde, a um Conselho de Estado sobre Segurança e Defesa, e à promessa de escolher os momentos em que quer falar.
Quando discursar na tomada de posse, esta segunda-feira, é não só o dia 1 como Presidente, mas também a primeira vez que fala desde a noite eleitoral.
O uso da palavra vai ser precioso e preciso, como António José Seguro passou a campanha a dizer.
O caderno de encargos em que registou a prioridade à Saúde passou a ter como adenda urgente os atingidos pelas tempestades.
O relógio do Presidente Seguro começa a contar e, já em março, quer um Conselho de Estado sobre Segurança e Defesa.
Na agenda legislativa, impõe condições para a reforma laboral.
O Presidente que garante que tudo fará pela estabilidade tem nos primeiros três meses de escrever três discursos. Dispensada a abertura do Ano Judicial sem cerimónia este ano, optará por uma primeira reunião com o Procurador-Geral da República.
Mas volta à Assembleia da República para discursar no 25 de Abril e, depois, terá o 10 de Junho.
