Odete, de 86 anos, encontrou numa residência assistida da Santa Casa a independência e a companhia que faltavam na sua vida. Além do convívio, práticas como tai chi e ginástica ajudam a manter os idosos ativos e a fortalecer os laços comunitários.
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A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa tem apoiado cerca de 2.000 idosos em habitação, gastando, só em 2025, 10 milhões de euros em lares e pagamentos de rendas. Além de lares tradicionais, oferece uma alternativa rara: residências assistidas, onde os idosos podem viver de forma mais independente, com apoio e atividades.
Estas residências, como o Centro Intergeracional Ferreira Borges, em Campo de Ourique, têm sido fundamentais para combater a solidão na terceira idade, permitindo que os residentes mantenham rotinas, aprendam novas habilidades e se integrem na comunidade.
“Estou mais acompanhada aqui do que em casa”, conta Odete, de 86 anos, à SIC.
Além do convívio, práticas como tai chi e ginástica ajudam a manter os idosos ativos e a fortalecer os laços comunitários.
