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Terceiro voo do Governo retira 61 pessoas do Médio Oriente após odisseia por terra e ar


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Devido a desistências, o avião não veio cheio e não estão previstos novos voos de repatriamento, com os restantes portugueses a poderem regressar em voos comerciais. Os repatriados devem reembolsar 600 euros ao Estado.

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Chegou, durante a madrugada desta segunda-feira, o terceiro voo de repatriamento de portugueses do Médio Oriente. O avião da Força Aérea transportou 61 passageiros e não veio cheio.

A guerra no Médio Oriente obrigou ao encerramento de vários espaços aéreos na região. Têm sido inúmeros os relatos de verdadeiras odisseias na procura de alternativas para regressar a casa.

Cinquenta e quatro portugueses e sete estrangeiros encontraram solução no terceiro voo de repatriamento do Governo, que chegou pelas seis da manhã à Base Aérea de Figo Maduro, em Lisboa.

O ponto de partida foi Doha, no Qatar. Os passageiros andaram mais de nove horas de autocarro até Riade, na Arábia Saudita. Aí entraram no avião C-130 da Força Aérea Portuguesa.

Ainda pararam em Creta, na Grécia, para reabastecer e, por fim, seguiram para Lisboa, depois de mais de dez horas no ar. Houve algumas desistências e o avião não encheu.

Por isso, não está para já previsto um novo voo de repatriamento, até porque há portugueses que optam por ficar. Quem ainda não estiver deverá ter lugar nos próximos voos comerciais, que já têm mais rotas disponíveis.

Agora, de volta a casa, têm ainda de reembolsar o Estado no valor de 600 euros, nesta missão de repatriamento pedida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros ao Ministério da Defesa.



SIC Noticias

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