Portugal

Federação dos Médicos solidária com luta dos trabalhadores da Lusa

“Sublinhamos que a defesa da independência das instituições e do serviço público é um valor comum aos profissionais de saúde e aos jornalistas, destacando o papel essencial da Lusa na garantia de uma informação rigorosa e plural”, lê-se num comunicado divulgado na página eletrónica da FNAM.

Na nota, a FNAM afirmou acompanhar as razões que levaram à convocação de formas de luta para o próximo dia 12 de março, junto à residência oficial do primeiro-ministro, em Lisboa, incluindo a greve.

“Tal como o Serviço Nacional de Saúde (SNS) deve estar protegido de interferências políticas e orientado para os interesses dos cidadãos, também a Lusa deve afirmar-se como um pilar da independência e do rigor informativo”, sublinhou.

Os trabalhadores, que convocaram uma concentração/manifestação para quinta-feira de manhã em São Bento, exigem ao Governo “transparência na definição do futuro da agência noticiosa e a participação dos sindicatos e outros Órgãos Representativos dos Trabalhadores”.

Exigem igualmente “a autonomia estratégica, física e funcional da Lusa” e mecanismos de “proteção contra riscos de ingerência externa [política] na prestação do serviço público, o que implica a revisão dos estatutos da Lusa”, aprovados pelo executivo sem serem ouvidos os órgãos representativos dos trabalhadores.

Os trabalhadores da agência nacional de notícias exigem também aumentos salariais condignos, entre outros pontos.

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