A CGTP pediu uma reunião urgente ao Presidente da República sobre a lei laboral. A estrutura sindical acusa o Governo de a ter excluído das negociações que fracassaram esta semana. O Executivo volta à mesa das negociações com os outros parceiros sociais já na próxima segunda-feira.
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Porque se sente excluída pelo Governo das negociações e quer fazer parte de um processo sério que inclua todas as vozes, a CGTP pediu uma reunião urgente com o Presidente da República.
A central sindical está preocupada com as alterações propostas pelo Executivo. Diz que representam um ataque frontal aos direitos dos trabalhadores e acredita que o afastamento do processo de discussão fere a democracia e viola direitos constitucionais.
O Governo convocou para segunda-feira à tarde uma nova ronda negocial, mas só contou com as confederações empresariais e com a UGT. O anuncio do novo encontro foi feito pelo primeiro-ministro, um dia depois do Presidente da República ter apelado ao regresso das negociações.
A confirmação da data e do local chegou depois pelo gabinete da ministra do Trabalho. A reunião está marcada para as 15:00.
Luís Montenegro diz que o Governo já chegou a acordo em mais de 70 normas com os parceiros sociais.
