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Tempestades causaram danos de 10 milhões de euros no Castelo de Leiria


País

Em Leiria, sabe-se que é cara e lenta a recuperação do que a tempestade Kristin estragou, mas há esperança de que vários equipamentos municipais, como o castelo, possam reabrir no verão. Em Pombal, espera-se que da recuperação saiam estruturas mais fortes.

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A dimensão dos prejuízos provocados pela tempestade Kristin num único município equivale às linhas de financiamento que o banco europeu de investimento está a preparar para responder à tempestade.

É uma forma de perceber o custo de recuperar a normalidade em Leiria.

Vai demorar, mas manifesta-se, por exemplo, no desejo de reabrir ao público até ao verão, o maior símbolo da cidade.

O castelo é o equipamento municipal que mais investimento requer: 10 milhões de euros.

Só os investimentos do município terão de ser de 193 milhões de euros. E, entre eles, está o Museu da Imagem em Movimento, que está fechado.,

Por todo o espaço é visível a violência do vento.

Chuva completou destruição

Depois a chuva completou a destruição, que ainda assim poupou o espólio.

A importância do turismo motiva o objetivo de reabrir em maio, mas os sete museus do concelho não estão parados.

Mas quase toda a região centro ainda se debate com os estragos. Em Pombal, os danos da autarquia são para já estimados em 35 milhões de euros.

Mas, caíram sete milhões de árvores e há 2.400 quilómetros de estradas e caminhos para limpar.

As comunicações ainda falham, mas já se desenha um futuro mais resiliente.

Um mês e depois das tempestades, tardam em sarar as feridas nos territórios e a garantia deixada pelos responsáveis políticos é mesmo que o esforço de recuperação vai durar vários anos.



SIC Noticias

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