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Aos centros sociais têm chegado cada vez mais pedidos de ajuda e a previsão é de que continuem a aumentar. As despesas que mais pesam às famílias são os gastos com o carro e com a alimentação.
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Ao armazém do centro social e paroquial de Nova Oeiras chegam todas as semanas alimentos para serem doados às famílias que mais precisam. Uma ajuda necessária numa altura em que há cada vez mais pessoas a precisar.
Pelas contas da DECO Proteste, quase metade dos agregados tem dificuldade em pagar as despesas essenciais e 17% dos portugueses estão mesmo em sufoco financeiro. É o valor mais alto de sempre.
Ao centro social, em São Domingos de Rana, em Cascais, também têm chegado mais pedidos de ajuda. Além dos gastos com a alimentação, as despesas com o automóvel, férias e dispositivos médicos são as que mais pressionam as famílias.
Com a guerra no Médio Oriente, que já fez disparar o preço do petróleo, a expectativa é de que a pressão aumente ainda mais. O barómetro da DECO revela ainda que são as famílias monoparentais e numerosas que enfrentam mais dificuldades.
Ao nível regional, os Açores são a região onde as famílias têm menor capacidade financeira.
