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Sean Penn esteve com soldados na linha da frente em Donetsk


Guerra Rússia-Ucrânia

O ator norte-americano Sean Penn, de visita à Ucrânia, foi até próximo da linha da frente na região de Donetsk (leste) e encontrou-se com soldados e um antigo conselheiro presidencial, segundo imagens divulgadas por uma brigada ucraniana.

Sean Penn esteve com soldados na linha da frente em Donetsk

UKRAINIAN ARMED FORCES

A 157ª Brigada Mecanizada Independente afirmou no seu canal da plataforma Telegram que Penn expressou “sincero apoio” e “gratidão” aos soldados ucranianos que encontrou na linha da frente.

A brigada publicou fotografias que mostram Sean Penn em frente a uma entrada da cidade de Sloviansk, a cerca de 20 quilómetros da linha da frente.

Outra fotografia mostra o ator, estrela do clássico de filmes de guerra como “A Linha Vermelha” (“The Thin Red Line”, no original em inglês), sentado ao lado de Andriy Yermak, um antigo conselheiro de alto nível da presidência ucraniana que se demitiu em novembro após um escândalo de corrupção.

A 157ª Brigada divulgou também um vídeo de Penn, gravado antes da sua chegada à Ucrânia, no qual lê uma mensagem a pedido do seu “amigo Andriy Yermak”.

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O ator prestou homenagem a soldados da brigada e afirmou que era um “dever sagrado” para os Estados Unidos apoiar a Ucrânia, que enfrenta o quinto ano de invasão russa em grande escala, com ataques constantes de ‘drones’ e mísseis.

“Vocês representam o melhor de nós e a coragem que só podemos sonhar ter”, disse Penn, dirigindo-se aos soldados da brigada e afirmando acreditar que “a maioria das pessoas” nos Estados Unidos estava “com” a Ucrânia.

Defensor declarado de Kiev face à invasão russa, Sean Penn, de 65 anos, ofereceu em 2022 um dos seus dois Óscares ao Presidente Volodymyr Zelensky.

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No domingo, venceu um terceiro, o de melhor ator secundário pela sua interpretação de um soldado zeloso no filme “Batalhas Após Batalhas” (“One Battle After Another”, no original em inglês), mas não compareceu na cerimónia de entrega de prémios em Los Angeles, regressando à Ucrânia.

A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e “desnazificar” o país vizinho, independente desde 1991 – após a desagregação da antiga União Soviética – e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente.



SIC Noticias

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