Os mercados fecharam, esta sexta-feira, com o preço do barril e do gás a cair ligeiramente, mas a Arábia Saudita prevê aumentos brutais até ao final de abril.
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O relatório surge logo depois dos ataques à infraestrutura petrolífera iraniana e de outras regiões do Médio Oriente, que marcaram uma potencial escalada no conflito.
A previsão de profissionais do setor petrolífero da Arábia Saudita dá conta de que, se as interrupções de fornecimento decorrentes da guerra contra o Irão ultrapassarem o próximo mês, os preços do petróleo podem disparar acima de 180 dólares por barril.
Desde o início da guerra, o preço do barril de petróleo subiu mais de 50%.
Depois do brent chegar próximo dos 120 dólares esta quinta-feira, as cotações baixaram ligeiramente, cerca de 2%, mas ainda se mantém acima dos 100 dólares.
Esta sexta-feira, a Agência Internacional de Energia subiu de 400 para até 426 milhões o número de barris de petróleo a libertar das reservas estratégicas.
A contribuição portuguesa começa a ser feita para a semana.
O gás na Europa, que chegou a disparar 35%, fechou a sexta-feira em queda, mas a um ritmo muito mais lento dos que as subidas. O recuo foi de cerca de 3% para perto dos 60 euros por megawatt‑hora. Antes da guerra, o preço era cerca de metade.
