O Presidente da República lembrou este sábado a necessidade dos apoios às vítimas das tempestades chegarem o mais rapidamente possível. O ministro da Economia admitiu que estão atrasados, e estabeleceu um prazo de três meses para que estejam concluídos todos os processos de ajuda.
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Dois meses após as tempestades, apenas 3.200 das 30 mil candidaturas a apoios foram decididas, totalizando quatro milhões de euros dos 250 milhões disponíveis. Os números preocupam o Presidente da República, António José Seguro, que quer os apoios cheguem mais rapidamente a quem precisa.
O ministro da Economia esteve este fim de semana no terreno para visitar uma empresa e reunir com os autarcas e empresários, a quem deixou garantias. Castro Almeida diz que os pagamentos às autarquias vão ser distribuídos de forma mais célere e que, nos próximos dias, vão ser adiantados 75 milhões de euros para fazer face a despesas já feitas ou em curso.
Outro problema urgente é a limpeza. Toneladas de madeira que as tempestades deitaram por terra precisam de ser retiradas para prevenir incêndios. Os proprietários terão até 1.500 euros de apoio para retirar o material lenhoso, com as autarquias a assumirem uma responsabilidade acrescida nas zonas já identificadas como prioritárias.
