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A imprensa israelita avança que podem realizar-se em breve negociações diretas com o Líbano e os EUA serão incluídos. Mais de 800 pessoas morreram nos ataques israelitas no sul do país, até Beirute, com o líder do Hezbollah garante que vai continuar a retaliar.
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Ninguém dorme descansado na capital libanesa a pensar que a próxima coluna de fumo pode não ser lá ao fundo, mas antes mais próxima.
Com o amanhecer, acorda o sentimento de injustiça quando mísseis e rockets israelitas e norte-americanos rebentam o quotidiano.
Perderam a vida cerca de 800 pessoas só no Líbano, mas há muito mais vítimas desta guerra no Médio Oriente que preocupam o secretário-geral da ONU, que está em Beirute.
O objetivo declarado de norte-americanos e israelitas é decapitar lideranças. No Líbano, o alvo é o líder do Hezbolah por apoiar o Irão.
Longe de comunicados, conferências de imprensa, palavras de ameaça e promessas de retaliação vive o povo libanês. Ou talvez seja melhor dizer sobrevive por tempo indeterminado.
Entre os mortos libaneses, há perto de 100 crianças, mais de 60 mulheres e duas dezenas de médicos.
