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O Senegal foi esta terça-feira punido com derrota na final da Taça das Nações Africanas pela Confederação Africana (CAF), que decidiu atribuir o título ao anfitrião Marrocos, batido no jogo decisivo.
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Em Rabat, com um estádio repleto, Brahim Díaz tentou sentenciar o desafio com um penálti ‘à Panenka’, acabando por entregar a bola, frouxa, ao guarda-redes, que nem teve de se mexer para agarrar a bola.
No prolongamento, Pape Gueye marcou o único tento do encontro e conseguiu que o Senegal alcançasse algo raro em 35 edições da prova, ao vencer a final frente ao anfitrião.
Esse feito só tinha sido alcançado pelo Gana na Tunísia, em 1965, e na Líbia, em 1992, além dos Camarões, que, em 2000, bateram a Nigéria, que coorganizou o torneio com o Gana.
Além da derrota por 3-0, e também como consequência do abandono de campo, o selecionador senegalês, Pape Thiaw, foi suspenso por cinco jogos, tendo as duas federações ainda sido punidas com elevadas penas monetárias.
Com esta decisão, o Marrocos conquista o título africano pela segunda vez, 50 anos depois da sua primeira vitória na competição.
