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As condições no espaço pioraram com as tempestades e como prevenção foram colocados baldes no chão e plástico por cima dos cacifos dos funcionários.
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As condições do IPO de Lisboa continuam a piorar. Os balneários dos profissionais de saúde estão muito degradados, tal como o corredor de ligação entre os pavilhões de tratamentos, que no final do ano passado foi alvo de denúncia por parte da mãe de uma criança, utente do hospital.
É no corredor que liga o pavilhão central do IPO de Lisboa ao lar onde há utentes internados que se verificam as piores condições. As paredes e o teto da estrutura continuam cobertos de bolor e a perder o revestimento, sendo que neste espaço estão baldes espalhados pelo chão, para recolher a água que cai.
Está neste estado há anos, mas só em novembro do ano passado é que a degradação foi denunciada publicamente. A denúncia foi feita através de um vídeo gravado pela mãe de uma criança em tratamentos nesta unidade hospitalar.
Na altura, a administração do IPO de Lisboa admitiu o problema e assegurou uma intervenção, mas a situação não ficou resolvida.
“Não são condições dignas para nos podermos vestir. Houve queda de água no refeitório e no bar, portanto são situações que precisam mesmo de ser resolvidas sob pena de pôr em risco a integridade dos doentes”, referiu Elisabete Amoedo, enfermeira do IPO e dirigente do SEP.
O inverno chuvoso realçou outros problemas nas instalações nos balneários dos profissionais de saúde, sendo necessário colocar plásticos e baldes para evitar que a água caia sobre os cacifos.
A SIC pediu esclarecimentos ao IPO de Lisboa sobre este assunto, mas não obteve resposta até à emissão desta reportagem.
