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O líder socialista criticou o primeiro-ministro pela demora de cinco dias na resposta governamental ao Plano de Emergência e Proteção Civil, questionando também a não ativação do Mecanismo Europeu de Proteção Civil que poderia ter fornecido meios adicionais para auxiliar as populações afetadas.
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O secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro, questionou Luís Montenegro sobre a demora do Governo para terminar o Plano de Emergência e Proteção Civil.
“Porquê que demorou cinco dias a responder a esta emergência? Porquê que não ativou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil?”, insiste o líder socialista, explicando que o mecanismo europeu tinha “possibilitado meios para auxiliar as populações”.
No debate quinzenal desta quinta-feira, José Luís Carneiro referiu que tem ouvido autarcas e empresários que querem, por um lado, a prorrogação da situação de calamidade devido ao mau tempo que assolou o país e, por outro, a integração de alguns municípios que estão no perímetro da intervenção da calamidade, questionado o primeiro-ministro sobre a disponibilidade para o fazer.
“Nós não vamos agora alargar o estado de calamidade. O estado de calamidade terminou. A componente da prontidão operacional para fazer face à calamidade não faz sentido, porque a calamidade passou, efetivamente”, respondeu.
No entanto, segundo Luís Montenegro, os “mecanismos de recuperação e de reconstrução das áreas afetadas serão aplicadas em todo o território nacional”.
Com LUSA
