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A Procuradoria-Geral da República quer identificar mecanismos que permitam uma reação mais eficaz à crescente sofisticação das fraudes digitais. Em 2025 houve um aumento de 13% de queixas de cibercrime, mas apenas 2% dos casos foram indiciados.
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As fraudes digitais são os crimes mais participados em Portugal com um crescimento de 13% no último ano. Por isso a Procuradoria-Geral da República está a preparar um novo modo de atuação que permita maior eficácia na investigação.
Em Portugal já foram detetados 20 métodos diferentes de burlas digitais com origem no país, mas também a partir do estrangeiro.
Detetar o rasto do dinheiro resultante dessas burlas não é fácil porque o sistema financeiro português é muito vulnerável ao branqueamento de capitais.
A crescente sofisticação das fraudes digitais, através de chamadas telefónicas e mensagens eletrónicas fraudulentas, esquemas de pagamento enganadores e plataformas digitais fictícias de venda de bens, tem provocado prejuízos económicos significativos e está a comprometer a confiança na economia digital.
