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CNE considera que vídeo de Catarina Furtado poderá "configurar propaganda" eleitoral e remete para o MP

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Presidenciais 2026

Notícia SIC

Catarina Furtado partilhou um vídeo nas redes sociais no dia da segunda volta das presidenciais a apelar ao voto num dos candidatos. A Comissão Nacional de Eleições recebeu 75 queixas contra a apresentadora e, por considerar que poderá “configurar propaganda” eleitoral, vai remeter o caso para o Ministério Público.

SOPA Images

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) considera que vídeo da apresentadora Catarina Furtado no dia da segunda volta das presidenciais poderá “configurar propaganda” eleitoral e vai remeter o caso para o Ministério Público. Foram apresentadas 75 queixas, uma delas da candidatura de André Ventura.

A apresentadora partilhou um vídeo nas redes sociais – que já foi apagado – a apelar ao voto num dos candidatos no dia 8 de fevereiro, precisamente o dia da segunda volta das eleições presidenciais. Sem referir nomes, disse que de um lado há a “possibilidade de votar em democracia” e do outro a “ameaça a essa democracia com a certeza que nos irá prejudicar a todos e todas”.

Pedro dos Santos Frazão, vice-presidente do Chega, partido que apoiou o candidato André Ventura, acusa Catarina Furtado de violar a lei eleitoral, defendendo que a apresentadora da RTP publicou um vídeo “criminoso”, uma vez que “apela ao voto numa pessoa e contra o outro candidato”. Frazão refere ainda que Catarina Furtado recebe um salário de “15 mil euros pagos com fundos públicos” e que sentiu o seu “bolso” ameaçado.



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