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Como é ir à Lua? "Foi a coisa mais especial que alguma vez irá acontecer na minha vida"

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Muito difícil de descrever. É desta forma que os astronautas que regressaram este sábado da missão à Lua definiram os últimos nove dias. Na primeira vez que falaram depois da viagem destacaram o que viram e defenderam que o pior de tudo é a distância gigante a que ficam das famílias.

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Depois de terem caído no Oceano Pacífico, os astronautas da NASA Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e o astronauta da CSA (Agência Espacial Canadiana) Jeremy Hansen regressam agora ao lar com a euforia de quem fez o que ninguém fazia há meio século.

“Foi a coisa mais especial que alguma vez irá acontecer na minha vida”, afirma Reid Wiseman. “Não foi fácil. Estar a mais de 320 quilómetros de casa. Antes de partir achamos que é o maior sonho. Mas quando lá estamos só queremos voltar para as famílias e amigos. É uma coisa especial ser humano e é uma coisa especial estar no planeta Terra.”

Por mais racional que seja uma viagem ao Espaço, o primeiro momento foi para explicar uma espécie de superstição: quando estavam mais distraídos, os quatro astronautas criaram o hábito de sincronizar os relógios como um momento de retomar o foco.

“A gratidão de termos visto o que vimos, de termos feito o que fizemos e de ter estado com quem estive é algo de muito grande para estar apenas num único corpo”, declarou Victor Glover.

Além das imagens inéditas e do conhecimento adquirido entre as razões desta viagem, está a preparação para caminhar na Lua em 2028.



SIC Noticias

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