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Como será o derradeiro ataque dos Estados Unidos contra o Irão? Há quatro cenários em cima da mesa


Ataques Irão

Israel afirma ter eliminado o comandante da Marinha iraniana, que acusa de ser o responsável pelo bloqueio do estreito de Ormuz. Netanyahu ameaça ainda atacar o Irão com “força total”.

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Em mais uma demonstração de força, o Irão divulgou imagens de novos lançamentos de mísseis, alguns deles de dispersão, ou seja, armas de fragmentação. São mísseis com mais capacidade de furar as defesas aéreas israelitas. De Kafr Qassem, a 20 quilómetros de Telavive, chegam imagens que revelam a imprevisibilidade do impacto no solo.

O Irão intensificou os ataques a vários países do Médio Oriente, atingindo bases Jordânia, no Bahrein e no Kuwait com com drones e mísseis. É um recrudescimento do conflito numa altura em que é tornado público que o Pentágono prepara o grande e derradeiro ataque contra o Irão.

Os planos, segundo o portal Axios, incluem a mobilização de militares no terreno, combinada com uma intensa vaga de bombardeamentos. Há quatro cenários em cima da mesa, que podem acontecer de forma isolada, ou em simultâneo: ocupar a ilha de Kharg, principal centro de exportação de petróleo iraniano; a estratégica ilha de Abu Masa, na entrada do estreito de Ormuz; invadir Larak, a ilha que permite a Teerão controlar o tráfego no estreito ou capturar navios que exportam petróleo iraniano e cruzem Ormuz.

Por agora, Israel reivindica mais uma vitória, com a eliminação do comandante da marinha da Guarda Revolucionária iraniana durante uma reunião de oficiais de alta patente na cidade costeira de Bandar Abbas. Telavive alega que Alireza Tangsiri era o responsável direto pela colocação de minas e pelo bloqueio do estreito de Ormuz.

Israel diz ter liquidado também 30 membros do Hezbollah, numa operação no sul do Líbano. O contingente israelita foi reforçado na zona abaixo do rio Litani, que Telavive considera um bastião da milícia xiita apoiada pelo Irão e na qual quer criar uma faixa de contenção.



SIC Noticias

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