Cultura

Concluída primeira fase das conversações presenciais entre EUA e Irão


Ataques Irão

Apesar das dúvidas e incertezas, a primeira fase das conversações presenciais entre os Estados Unidos e o Irão acabou por acontecer. No fim de tarde deste sábado as duas delegações trocaram os textos do encontro, o que quer dizer que chegaram a algum tipo de entendimento.

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Foi a primeira vez que delegações com altos representantes dos Estados Unidos e do Irão estiveram frente a frente, desde a revolução islâmica em 1979.

Terão estado sentados à mesma mesa: pela delegação dos EUA: o vice-presidente JD Vance, o enviado especial Steve Witkoff e o genro de Trump, Jared Kushner.

E pela delegação do Irão, representada pelo porta-voz do Parlamento, Mohammad-Bagher Ghalibaf, e o ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi.

A presidir os trabalhos: o primeiro ministro paquistanês.

Fora do Paquistão, mas em cima do assunto internacional mais quente neste momento, está Donald Trump que acaba sempre por conseguir a atenção mediática nem que seja pelo que escreve nas redes sociais.

Enquanto decorria o encontro, Trump foi escrevendo: “Os iranianos só estão vivos para poder negociar”.

Além disso, o Presidente norte-americano garante que os Estados Unidos já estão a retirar as minas do estreito de Hormuz.

A afirmação surge numa altura em que o site norte-americano Axios escreve que dois navios dos Estados Unidos atravessaram Hormuz, enquanto uma agência de comunicação iraniana diz que esses navios foram obrigados a voltar para trás.

A televisão iraniana acrescenta que o Irão emitiu um aviso onde ameaça atacar os navios militares dos Estados Unidos que tentem passar o Estreito.

Da parte do Irão, destacam-se duas condições prévias ao encontro: um cessar-fogo no Líbano e o desbloqueio dos ativos iranianos no estrangeiro. Continua por esclarecer se o segundo ponto foi cumprido.

Este sábado à tarde, as forças armadas de Israel afirmaram que, em 24 horas, atingiram mais de 200 alvos no Líbano que Israel diz estarem ligados ao Hezbollah. Isto depois de dias de intensos ataques aéreos ao Líbano, em que foram mortas mais de 300 pessoas



SIC Noticias

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