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Donald Trump afirma que a guerra está próxima do fim, classificando os ataques como uma “incursão de curto prazo”, mas os bombardeamentos norte-americanos e israelitas ao Irão já entraram na segunda semana.
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Por um lado, Donald Trump diz que a guerra está próxima do fim, por outro as ameaças de fortes ataques ao Irão continuam. As guerras jogam-se também, e como sempre, no plano diplomático.
Qual é a medida do tempo, perguntam os filósofos, os poetas e os homens da guerra:
“Fizemos uma incursão porque sentimos que era necessário para nos livrarmos de algum mal. Verão que será uma incursão de curto prazo”, disse Donald Trump.
Os ataques norte-americanos e israelitas ao Irão entraram na segunda semana.
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, já afirmou que este conflito tem apenas um vencedor: a Rússia.
Sobem os preços da energia, diversificam-se os pedidos de meios militares e desvia-se a atenção internacional da guerra na Ucrânia, dizem os analistas.
A população dos vários países afetados pelos bombardeamentos que tiveram data exacta para começar, mas ainda não para terminar, afirma, como um dia o fez o heterónimo de Pessoa, Alberto Caeiro: “Quero as coisas que existem, não o tempo que as mede.“
