Desde o início do conflito no Médio Oriente que o preço do cabaz alimentar não para de aumentar, visto que os custos com a produção e com os transporte também dispararam.

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Nos mercados, os consumidores sentem cada vez mais a diferença no momento de comprar.
Ao longo do último mês o gasóleo verde, usado nas embarcações de pesca, tem vindo a aumentar. A subida dos preços dos combustíveis está a dificultar ainda mais o trabalho de quem vive da pesca.
“A nossa pesca está a ficar insustentável, porque cada vez temos de pescar mais longe e ficar mais tempo no mar”, analisou Alfredo Coentrão, um mestre de embarcação”.
Do mar para o mercado de Matosinhos, é cada vez mais visível a diferença no preço da matéria prima.
Os comerciantes garantem que por enquanto não houve mexidas no preço, mas temem que possa vir a acontecer.
O cabaz alimentar, monitorizado pela DECO PROteste, nunca esteve tão caro.
Custa agora mais 13 euros do que no início do ano, sendo que o tomate está entre os produtos que mais encareceram.
Os comerciantes do Mercado do Livramento, em Setúbal, falam em aumentos generalizados na fruta, nos legumes e também na carne.
“Tentamos ajustar as nossas margens de acordo com o orçamento mensal das pessoas”, esclareceu Ricardo Neves, proprietário de um talho no mercado sadino.
Mais uma guerra com impacto global, que obriga a uma nova gestão do orçamento familiar.
