Inês de Medeiros, presidente da Câmara de Almada, convidada desta semana do “Importa-se de Repetir?”, garante que foi dada uma nova opção aos moradores de Porto Brandão que tiveram de sair do INATEL.
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No ‘Importa-se de Repetir’ desta semana, Inês de Medeiros, presidente da Câmara de Almada, garante que foi dada uma nova opção às pessoas desalojadas na sequência de derrocadas e retiradas posteriormente do local onde pernoitavam. A autarca defende uma revisão total do quadro legislativo de gestão de território.
Foram retirados cerca de 500 moradores de Porto Brandão, na sequência de derrocadas após o ‘comboio de tempestades’.
Uma moradora, que foi realojada no INATEL, acusa a autarquia de falta de apoio. Sala Palácio diz que foi informada pelas recepcionistas às 20:00 que no dia seguinte teria de deixar o local até ao 12:00, sem ser apresentada uma solução.
Na SIC Notícias, a autarca de Almada reconhece que o INATEL precisava dos quartos, mas garante que foi apresentado um alojamento alternativo aos desalojados.
“Começa já amanhã uma segunda linha de apoio, perceber qual a situação de cada uma das pessoas – situações financeira e social – para encontrar soluções urgentes”, acrescenta Inês de Medeiros.
A presidente da Câmara de Almada considera que a Costa da Caparica é “tudo o que não se deve fazer”, sobretudo pela “enorme quantidade de entidades a geri-la”.
“Nós município não podemos ir mexer na arriba sem a autorização devida da CCDR ou do ICNF ou da APA”, justifica.
A autarca defende uma “necessidade absoluta”: a revisão “total e absoluta” do quadro legislativo da gestão de território.
“É um emaranhado jurídico, com diplomas contraditórios entre si”, acrescenta.
