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A Páscoa é uma festa de família, mas este ano as celebrações estão ensombradas por vários conflitos mundiais.
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O Domingo da Ressurreição é, para os libaneses que enfrentam todos os dias a possibilidade da morte em bombardeamentos israelitas, um domingo de resistência.
No domingo do recomeço, os cristãos de Gaza também rezam pelo fim dos ataques israelitas. Aqui não é o petróleo, mas uma alegada caça aos terroristas que faz desta terra um eterno cenário de conflito.
E na Cidade Santa do cristianismo, Jerusalém, apenas os padres ortodoxos foram autorizados a cumprir os rituais do Domingo de Ramos, no calendário juliano, mas de Páscoa no gregoriano de católicos e protestantes, à volta do Santo Sepúlcro, de onde Jesus terá ressuscitado.
O que devia acontecer em Jerusalém acontece em Bucareste, na Roménia. Vivem-se, de facto, tempos que desafiam tradições e valores, com as consequências do que se passa e decide em poucos países, a afetar as famílias de muitas nações e em todas as áreas.
O rei Carlos III é o líder da Igreja Anglicana. Este ano, não dirigiu qualquer mensagem aos súbditos e fiéis. Limitou-se a ir à missa em Windsor, onde esteve proibida a presença do ex-príncipe André, da ex-mulher e das filhas Eugenie e Beatrice, todos envolvidos no chamado escândalo Epstein.
