O despacho de emergência para libertar 150 milhões de euros do fundo ambiental já foi enviado para as autarquias. Entre as prioridades está a reparação de margens, açudes e sistemas danificados em várias bacias hidrográficas.

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A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, durante a visita a Coimbra anunciou que o pagamento das obras para reparação do canal de rega do Mondego estava assegurado.
“É essencial que essas obras estejam prontas a 1 de maio por causa das culturas”, disse Maria da Graça Carvalho, ministra do Ambiente e Energia.
Pouco antes, tinha sido assinado um protocolo entre a Agência Portuguesa do Ambiente e a Ordem dos Engenheiros. O relatório técnico sobre as cheias do Mondego, que há de ficar pronto em cem dias, vai avaliar a resistência dos diques e estudar uma possível atualização das infraestruturas.
O despacho de emergência para libertar 150 milhões de euros do fundo ambiental já foi enviado para as autarquias.
“É o primeiro despacho fundamental deste ano de emergência olhando para dois assuntos: obras urgentes consequência das cheias e preparação da época dos incêndios”, disse a ministra do Ambiente e Energia.
Entre as prioridades está a reparação de margens, açudes e sistemas danificados em várias bacias hidrográficas. Além do Mondego, o fundo ambiental contempla também as cheias nos rios Lis, Sado, Tejo e Guadiana.
O governo quer que os 150 milhões de euros cheguem para preparar a época de incêndios.
