A chuva intensa registada em Portugal nos últimos dias tem causado deslizamentos de terras em várias zonas do país, que, segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), “pode colocar pessoas, habitações e vias rodoviárias em perigo”.
“A prevenção começa na informação e na adoção de comportamentos seguros. Esteja atento aos sinais de instabilidade do solo e siga as recomendações das autoridades”, alerta a Proteção Civil.
Fique a par das recomendações:
Se observar algum destes sinais, afaste-se de imediato:
- Fendas novas em paredes, muros, estradas ou terrenos;
- Muros inclinados ou a criar fendas;
- Árvores ou postes inclinados;
- Água barrenta a sair do solo ou da encosta;
- Estradas com ondulações ou abatimentos;
- Movimento de terra, pedras ou arbustos.
O que deve fazer?
- Afastar-se rapidamente da zona;
- Ligar 112 e avisar o Serviço Municipal de Proteção Civil e os bombeiros;
- Alertar outras pessoas;
- Se estiver no carro, afastar-se para zona segura;
- Não tentar limpar ou estabilizar o terreno;
- Estar atendo a novos movimentos;
- Seguir sempre as instruções oficiais.
E o que não deve fazer?
- Não tente retirar terra ou pedras;
- Não atravessar estradas deformadas;
- Não entrar em caves junto a encostas;
- Não tentar segurar muros com objetos;
- Não desvalorizar os sinais de alerta.
Sublinhe-se que 16 pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.
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